terça-feira, 16 de agosto de 2011
KHAN EL KHALILI
É um tradicional ponto turístico de cultura árabe, pioneiro na Cidade de São Paulo (desde 1982), visitado por pessoas do mundo inteiro. É uma casa típica que agrada a público de todas as idades e nacionalidades. São 15 ambientes com capacidade total para 400 pessoas.
Quando você chega, não sabe para onde olhar, tamanha a quantidade de detalhes a serem observados. Aos poucos, tomando conhecimento do lugar, você percebe que não são apenas objetos adornando o recinto, naquele verdadeiro labirinto.
Sem perceber, você começa a viver um sonho...
É um lugar para você se encantar...portanto, relaxe e aproveite estes momentos. Você vai lembrar-se deles com muito carinho para sempre.
Lugar exótico, onde você pode assistir dança do ventre da melhor qualidade em nosso país, de 3a. a Domingo (inclusive feriados).
São milhares de shows anuais há mais de 25 anos. O padrão de exigência da Khan el Khalili, possibilitou este alto nível técnico e fez com que dezenas de suas bailarinas pudessem ser requisitadas a dançar em diversos países do Oriente Médio.
As bailarinas de dança do ventre da Khan el Khalili, estão hoje entre as melhores do mundo! Você vai poder comprovar isso pessoalmente. São diversas gerações de aprendizado para atingir este nível.
As mais conceituadas bailarinas em nosso país, já passaram pela Casa de Chá; mais de 300, nas duas últimas décadas. Hoje são mais de 200 qualificadas ampliando-se a cada ano.
Em seus ambientes, decorados a moda oriental, você poderá tomar o Ritual Oriental de Chá ou degustar um Pão, Queijo e Vinho à moda oriental - sentado(a) em almofadões.
Você vai sentir-se em um filme das Mil e Uma Noites de Hollywood.
Um leve aroma de sândalo no ar,... pessoal vestido à caráter e música árabe tocando ao fundo. São muitos fatores para traduzir seu encanto e alegria...!
Existem duas salas com sofás (estilo tradicional) e outras dez com almofadões e mesas baixas (estilo oriental), dois ambientes para cafeteria e uma sala da "shisha" (específica para fumar arguile).
Você tem uma amostra do Egito antigo e moderno. Tendas, tapeçarias, janelas em forma de ogivas com vitrais coloridos, afrescos pintados nas paredes, fazem da Khan el Khalili um lugar muito especial para encontros e bate-papos a qualquer hora do dia. Suas portas abrem-se às 14h00.
Poderá saborear chás exóticos (karkadeh egípcio, maramia sírio, e muitos com sabor de frutas - morango, pêssego, cereja, framboesa ...), suco de damasco, chás sultanas gelados, e bebidas diversas.
Também há pães de diversas procedências, com patês de dar água na boca, e muitas especialidades das cozinhas árabe e nacional. Salgadinhos bolos e diversos doces árabes que vão agradar seu paladar. Ao longo dos anos, desenvolveu-se um cardápio que agrada a todos os gostos. São aproximadamente 50 iguarias, servidas em etapas.
O serviço de chá (Ritual Oriental, como é conhecido), é à vontade, bastando solicitar à garçonete o que você desejar repetir.
Os shows duram em média 20 minutos. Normalmente acontecem durante o serviço (que pode durar de 1 hora a 1:30h). São 3 a 4 bailarinas se apresentando individualmente na sala em que você se encontra. Diversos estilos!
Para as crianças, é um espetáculo inesquecível! Repare os olhos delas... e ao final, todas recebem presentes ao sair.
Quem vem à Khan el Khalili sempre retorna e acaba trazendo amigos, familiares e turistas que vem visitar a cidade. Assim tem sido desde sua inauguração.
Atendimento cortês e pessoal sempre sorrindo. Gente bonita circulando. Gostoso quando está cheio e também em horários mais calmos (durante o dia) para um encontro sem compromisso.
Isto é a Khan el Khalili!
Aceita reserva para eventos e festas com facilidades para que você tenha a melhor festa que imaginou. Tem um departamento exclusivo só para oferecer bom atendimento às reservas de grupos.
Um detalhe interessante: nos ambientes da casa não é permitido fumar. Foi o primeiro local da cidade que proibia o fumo em suas dependências, desde 1982 pois a filosofia é: "alimentos e tabaco não se misturam". Para isso, existem duas áreas reservadas aos fumantes (jardins da cafeteria e sala da shisha).
No ambiente Harém também são ministradas as aulas de dança do ventre.
Você tem ainda à sua disposição um mini-mercado, onde poderá adquirir CDs, vídeos de dança e shows, papiros, incensos, turbantes, snujs e outros adereços bastante interessantes.
Desde o início permanece sob a direção de Jorge Sabongi.
Pode ter certeza: você jamais vai esquecer Khan el Khalili! Ela vai fazer parte da história da sua vida.
Se desejar saber mais, poderá visitar o site
www.khanelkhalili.com.br
com mais de 20.000 páginas a sua disposição sobre a cultura árabe e toda essa trajetória no Brasil.
ARGUILE (NARGUILÉ) ou SHISHA
História
Arguile (Narguilé como alguns falam) ou "shisha" ou goza, como é conhecido no Egito ou países do Norte da África, é um cachimbo de água.
Além desse nome, de origem árabe, também é chamado de hookah (na Índia e outros países que falam inglês), narguilê, narguila, nakla etc. Há diferenças regionais no formato e no funcionamento, mas o princípio comum é o fato de a fumaça passar pela água antes de chegar ao fumante. É tradicionalmente utilizado em muitos países do mundo, em especial no Norte da África, Oriente Médio e Sul da Ásia.
Há um fumo especial para arguiles, usualmente feito com tabaco, melaço (um subproduto do açúcar) e frutas ou aromatizantes. Os aromas são bastante variados; encontra-se de frutas (como pêssego, maçã verde, coco), flores, mel, e até mesmo Coca-Cola. Embora também seja possível encontrar fumos não-aromatizados, estes progressivamente perderam espaço para os aromatizados, que hoje são muito mais populares.
Quando se aspira o ar pelo tubo, reduz-se a pressão no interior da base; isso faz com que ar aquecido pelo carvão passe pelo tabaco, produzindo a fumaça. Ela desce pelo corpo até a base, onde é resfriada e filtrada pela água, que retém partículas sólidas. A fumaça segue pelo tubo até ser aspirada pelo usuário. O mais usual é que a fumaça não seja tragada.
O arguile tem como origem o Oriente. Uma das versões é a de que o arguile teria sido inventado na Índia do século XVII, pelo médico Hakim Abul Fath, como um método para retirar as impurezas da fumaça. Quando chegou à China, passou a ser utilizado para fumar o ópio, e assim permaneceu até a revolução comunista, no fim da década de 40. Na mão dos árabes, o cachimbo de água foi rapidamente incorporado para ser apreciado em grupo, acompanhado de café e prosa. Existem evidências históricas de arguiles na Pérsia (atual Irã) e na Mesopotâmia (região entre os Rios Tigre e Eufrates - atual Iraque). As peças mais primitivas eram feitas com madeira e um coco que fazia o lugar do corpo (o nome origina-se do persa nārgil, que significa "coco"). Com o desenvolvimento das civilizações e as expansões territoriais (principalmente dos países europeus), o arguile, já similar ao que conhecemos hoje (com base de cerâmica ou porcelana e corpo de metal), começou a ser divulgado, e trazido junto com especiarias como cravo e canela.
As cruzadas também auxiliaram a espalhar o arguile pelo mundo, quando os guerreiros sobreviventes traziam-no para seus países. No Brasil, o arguile foi trazido por alguns imigrantes europeus, e divulgado pelas colônias turca, libanesa e judaica.
Partes
O arguile é formado pelas seguintes peças:
Base: peça central do arguile; assemelha-se a um vaso. É onde se coloca a água (ou, embora não seja tradicional, com outros líquidos, como arak, sucos ou essências naturais). Geralmente é feita de vidro, metal ou cerâmica; algumas são ornamentadas com desenhos.
Corpo: peça cilíndrica que sustenta o fornilho e conecta-se à base. Na base, projeta um tubo para dentro da água, que conduz a fumaça.
Fornilho (rosh ou cabeça): peça de barro ou cerâmica onde coloca-se o tabaco e, por cima deste, o carvão em brasa.
Abafador: Artefato em metal (muitas vezes descartados), geralmente alto para proteger a brasa do vento, evitando o consumo rápido do carvão.
Mangueira: é por onde se aspira a fumaça. Uma ponta termina numa piteira, e a outra encaixa-se na parte superior do corpo do arguile (acima da água). Pode haver mais de uma mangueira para que várias pessoas fumem juntas (porém estes com válvulas especiais, ou do contrário os usuários não poderão "puxar" a fumaça simultaneamente). Em arguiles usados em locais públicos, como bares, freqüentemente usa-se uma peça plástica removível na ponta da piteira, que pode ser lavada ou descartada a cada uso, ao contrário da mangueira em si, que não deve nunca ser lavada, pois pode oxidar, criando assim partículas de fuligem, que atrapalham a aspiração da fumaça.
Funcionamento
Quando se aspira o ar pela mangueira, reduz-se a pressão no interior da base; isso faz com que ar aquecido pelo carvão passe pelo tabaco, produzindo a fumaça. Ela desce pelo corpo até a base, passa pela água, onde é resfriada e filtrada, que retém partículas sólidas. A fumaça segue pela mangueira até ser aspirada pelo usuário e expirada logo em seguida.
Fumo
Há um fumo especial para narguilés, usualmente feito com tabaco, melaço (um subproduto do açúcar) e frutas ou aromatizantes. Os aromas são bastante variados; encontra-se de frutas (como pêssego, maçã-verde, coco), flores, mel, e até mesmo Coca-Cola e Red-Bull. Embora também seja possível encontrar fumos não-aromatizados, estes progressivamente perderam espaço para os aromatizados, que hoje são muito mais populares.
Saúde
Os efeitos à saúde causados pelo fumo do tabaco são largamente conhecidos e se aplicam também ao uso do arguile, contrariando a crença popular de que a água ajudaria a filtrar as impurezas do fumo, tornando-o menos nocivo à saúde. Recentes estudos, inclusive, indicam que seu uso pode ser ainda pior para a saúde do que o cigarro.
Além do mais, a Organização Mundial de Saúde alerta que a fumaça do arguile contém inúmeras toxinas que podem causar câncer de pulmão, câncer exofaríngeo, enfisema (causa a perda de capacidade respiratória e uma oxigenação insuficiente), doenças cardíacas, problemas dentais entre outras. E que, em uma sessão de arguile - que pode durar de vinte minutos a uma hora – a quantidade de fumaça inalada corresponde a mesma inalada ao se fumar 100 cigarros comuns.
A Academia Estadunidense de Periodontologia afirma que o uso do arguile é comparável ao cigarro, em relação aos riscos de doenças da gengiva.
George Loffredo, professor da universidade de Georgetown que conduziu estudo sobre o uso do arguile no Egito acredita que, comparado ao fumante típico de cigarros, o fumante de arguile expõe-se mais a toxinas como nicotina e monóxido de carbono.
A Realidade dos Arguiles...
Organização Mundial de Saúde (OMS)
alerta para perigos do "tabagismo alternativo" - 31/05/2006
Um relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) desfez a crença de que os cachimbos de água, o fumo para mascar e o cigarro indiano conhecido como "bidi" são mais saudáveis do que os cigarros normais, porque seriam menos prejudiciais.
Por ocasião do Dia Mundial Sem Tabaco, nesta quarta-feira, OMS defendeu a necessidade de conscientizar a população de que todos os produtos relacionados ao tabaco são altamente viciadores e prejudiciais para a saúde.
"O problema desses produtos é que as pessoas não os conhecem bem. A cultura popular diz que eles têm menos efeitos nocivos, mas não existem estudos que nos permitam ter números globais", disse a diretora da Iniciativa Livre de Tabaco da OMS, Yumiko Mochizuki, em entrevista coletiva ontem.
Um claro exemplo é o cachimbo de água - arguile - que, embora seja muito tradicional no Sudeste Asiático e no Oriente Médio, está sendo usado em outras partes do mundo, segundo Douglas Bettcher, coordenador da mesma iniciativa da OMS.
"[O cachimbo de água] está cada vez mais em moda no Ocidente, especialmente entre os jovens, que, como seus pais, acham que seus efeitos não são tão nocivos como o cigarro comum", explicou Bettcher.
No entanto, o coordenador advertiu que uma pessoa que fuma o cachimbo de água - conhecida como shisha e narguilé- durante uma hora inala fumo equivalente entre 100 e 200 cigarros.
Ao contrário da crença popular, esses cachimbos de água têm nicotina suficiente para criar dependência, mas, por estar menos concentrada, reduz as náuseas e permite que o consumidor consiga ficar mais tempo exposto às substâncias cancerígenas do tabaco e a gases perigosos, como o monóxido de carbono. Além disso, esses cachimbos de água geralmente são compartilhados com desconhecidos, o que aumenta o risco de se contrair outras doenças como herpes, hepatite ou até tuberculose (transmitidas pela saliva contaminada).
Em relação ao fumo de mascar, os analistas advertem que essa versão pode causar câncer no cérebro, no pescoço, na garganta e no esôfago, assim como várias doenças bucais e dentais muito graves. O fumo de mascar causa 90% de todos os casos de morte por câncer na Índia, segundo a OMS, que relata que outros produtos como os "kreteks" (cigarros doces que misturam fumo e cravo) e os "bidis", feitos à mão e com aromas exóticos, típicos da Índia, são erroneamente considerados mais saudáveis.
Para fumar esse tipo de cigarro, é necessário que se trague mais rapidamente, o que significa maior absorção de nicotina, enquanto a de alcatrão chega a triplicar.Sobre os puros, a OMS adverte que alguns possuem tabaco suficiente para 20 cigarros e que, inclusive os que não tragam, têm entre duas e cinco vezes mais chances de ter câncer de pulmão.
O problema desse tipo de produtos relacionados ao tabaco é que mal estão regulamentados, e não existem estudos globais que reflitam como prejudicam a saúde da população. Além disso, como têm "melhor reputação" do que os cigarros, "a indústria do fumo reforça a comercialização deste tipo de produto para atingir um novo público, que de outra forma poderia escapar", disse Bettcher.
Esse é o caso, por exemplo, das mulheres de certos países, muitos deles árabes, onde "é errado que fumem cigarros, mas não que usem shishas (cachimbos de água)".
Por isso, os especialistas advertem que os números sobre os efeitos nocivos do fumo (que mata uma pessoa a cada 6,5 segundos) são relativos apenas aos fumantes de cigarros, e não às milhões de pessoas que consomem o fumo de outras formas.
A OMS calcula que, dos 1,3 bilhão de pessoas que fumam cigarro no mundo, pelo menos a metade morrerá por causa da dependência.
Fontes: www.folha.com.br / www.khanelkhalili.com.br
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Vamos alongar???
O alongamento deveria fazer parte do dia a dia de muitas pessoas, até mesmo para aquelas que não praticam nenhum tipo de esporte, o alongamento ajuda a relaxar totalmente a musculatura do corpo ajudando a suavizar a tensão do dia e aliviar o estresse, vale lembrar que cada movimento deve durar 10 segundos.
Para os praticantes de exercícios físicos o alongamento é fundamental antes e após o treino ajudando a não causar nenhum tipo de lesão na musculatura, além de ser essencial para um ótimo desempenho para praticar o exercício, é importante fazer uma alimentação balanceada junto do auxílio de exercícios para melhores resultados.
Abaixo você vai conferir um vídeo que mostra passo a passo de como fazer exercícios de alongamento que pode ser feito em casa para começar a rotina do dia a dia ou até mesmo antes de começar a praticar algum tipo de exercício físico deixando seus movimentos muito mais leves.
Veja abaixo:
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Como funciona o Ramadã
Todos os anos, mais de um bilhão de muçulmanos do mundo todo consideram a importância do mês de Ramadã. Esse período do ano é um momento para reflexão, devoção a Deus e autocontrole, demonstrado por meio do jejum.
Muitas religiões encorajam alguns tipos de jejum para propósitos religiosos. Por exemplo, os católicos não comem carne na Quaresma e os judeus jejuam durante o feriado de Yom Kippur. Para os muçulmanos, o jejum é um componente muito importante do Islamismo. Os benefícios do jejum para o Ramadã são numerosos. O mais importante, no entanto, é a idéia de que, por meio do autocontrole do jejum, uma pessoa pode prestar atenção especial em sua natureza espiritual.
O Ramadã é um período importante para os muçulmanos, não somente porque ajuda a desenvolver um relacionamento mais próximo com Deus, mas também por ser um período para pensar nas pessoas menos favorecidas. Outro objetivo do jejum para o Ramadã é experimentar a fome em compaixão por aqueles que não têm comida. Essa é a forma pela qual muitos muçulmanos aprendem a gratidão e a valorização daquilo que possuem.
Neste artigo, aprenderemos o significado de Ramadã, a tradição do jejum, como o período de Ramadã é determinado, o Eid al-Fitr (festividade do fim do Ramadã) e os benefícios de guardar o feriado.
O que é o Ramadã?
O Ramadã é o nono mês do calendário islâmico . Pelo fato de o Islamismo usar um calendário lunar, o Ramadã começa e termina em diferentes períodos do ano. O calendário lunar é baseado na observação das fases da Lua, em que o início de cada mês é identificado com a visão de uma nova Lua. Este calendário tem cerca de 11 dias a menos que o calendário solar usado na maior parte do mundo ocidental. Para aprender mais sobre vários calendários do passado e do presente, veja Categoria calendário.
O início do Ramadã em cada ano é baseado na combinação das observações da Lua e em cálculos astronômicos. Nos Estados Unidos, muitos muçulmanos aderem à decisão da Sociedade Islâmica da América do Norte para o começo da festividade. O final do Ramadã é determinado de maneira semelhante.
O significado do Ramadã
Para os muçulmanos, o Ramadã é um mês de bênção que inclui oração, jejum e caridade. O significado do Ramadã retrocede a muitos séculos, a cerca de 610 d.C. Era nesse período, durante o nono mês do calendário lunar, que os muçulmanos acreditavam que Deus, ou Alá, revelara os primeiros versos do Alcorão, o livro sagrado do Islamismo.
De acordo com o Islamismo, um comerciante chamado Maomé estava andando em um deserto perto de Meca. Isso aconteceu onde atualmente localiza-se a Arábia Saudita. Certa noite, uma voz vinda do céu o chamou. Foi a voz do anjo Gabriel que falou que Maomé tinha sido escolhido para receber a palavra de Alá. Nos dias posteriores, Maomé começou a falar os versos que seriam transcritos, compondo o Alcorão.
Em muitas mesquitas, durante o Ramadã, os versos do Alcorão são recitados todas as noites. Os oradores são conhecidos como tarawih. No final do Ramadã, a escritura completa foi recitada. Ramadã é o período no qual os muçulmanos podem se interligar aos ensinamentos do Alcorão.
Como o Ramadã é celebrado?
Durante o Ramadã, os muçulmanos praticam o sawm, ou jejum. Claro que ninguém é obrigado a jejuar o mês inteiro. A prática do jejum durante o Ramadã significa que os muçulmanos não devem comer ou beber nada, incluindo água, enquanto o sol estiver brilhando. O jejum é um dos cinco pilares ou obrigações do Islamismo. Como na maioria das práticas religiosas no Islamismo, os muçulmanos participam do jejum desde os 12 anos.
Um dos aspectos mais importantes do jejum do Ramadã é chamado niyyah. Niyyah significa "intenção". Os muçulmamos não devem simples ou acidentalmente se abster da comida. Eles devem realizar a condição do niyyah. Para executar essa exigência, um muçulmano deve "propor em seu coração que o jejum significa uma adoração somente a Alá". Dessa forma, se alguma pessoa jejua por razões políticas ou de dieta, essa pessoa não realizaria o niyyah. De acordo com as escrituras, "quem não faz niyyad antes do amanhecer, não deveria ter jejuado". A determinação de jejuar é de igual importância ao jejum em si mesmo.
Em muitos lugares do mundo, os restaurantes muçulmanos fecham durante o dia no período do Ramadã. As famílias acordam cedo, antes do sol nascer, e comem uma refeição chamada sohour. Depois que o sol se põe, o jejum é quebrado com uma refeição chamada iftar. O iftar muitas vezes começa com a ingestão de tâmaras e bebidas doces para dar ao jejum muçulmano um rápido aumento da energia, além de ser deliciosa. Pode ser adicionado qualquer tipo de alimento, mas a sobremesa quase sempre inclui konafa ou qattayef. Konafa é um bolo feito de trigo, açúcar, mel, uvas secas e nozes. O qatayef é um bolo semelhante, mas é menor e dobrado para revestir as nozes e as uvas secas. Entre as duas refeições, o iftar do período da noite e o shour antes do amanhecer, os muçulmanos podem comer livremente.
O jejum é muito importante para os muçulmanos por uma série de razões. Primeiro, quando você não está prestando atenção a suas necessidades físicas como o alimento, poderá ser capaz de estar em maior harmonia com Deus e com seu lado espiritual. Além disso, o jejum serve para lembrar os muçulmanos do sofrimento do pobre. Essa idéia reafirma a importância da caridade durante o Ramadã.
Frases do Ramadã
Os muçulmanos usam muitas frases para parabenizar uns aos outros pelo término do jejum. Aqui vão algumas delas (em arábe):
Kullu am wa antum bi-khair - que você fique bem durante todo o ano.
Atyab at-tihani bi-munasabat hulul shahru Ramadan al-Mubarak - o cumprimento mais precioso na ocasião da chegada do Ramadã.
'Eid mubarak - uma abençoada Eid (festa).
O jejum propicia aos muçulmanos uma oportunidade para praticar o autocontrole e a limpeza do corpo e do espírito. Muitas culturas e religiões usam o jejum para esse propósito. Durante o Ramadã, o jejum ajuda os muçulmanos em sua devoção espiritual, bem como no desenvolvimento de um sentimento de irmandade com outros muçulmanos.
Conforme segue a história, o Ramadã é o mês em que Alá entrou em contato com o profeta Maomé e lhe deu os versos do livro sagrado, ou Alcorão. Dessa forma, orar durante o Ramadã é muito importante. Os muçulmanos praticam orações noturnas, seja no período do Ramadã ou não, mas o taraweeh, ou oração noturna do Ramadã, carrega um peso adicional.
De acordo com as escrituras, "aquele que observa a oração noturna no Ramadã como uma expressão de sua fé e para buscar a recompensa de Alá, terá seus pecados apagados". Desse modo, a oração noturna de Ramadã, depois de um dia de jejum, tem o propósito de erradicar os pecados cometidos anteriormente, sendo, então, um elemento importante para os rituais de Ramadã.
Ao final do Ramadã e antes da quebra do jejum, os muçulmanos dizem takbeer. O takbeer é uma frase que indica que não há nada no mundo que seja maior ou melhor do que Alá. O takbeer é sempre falado quando um muçulmano completa uma tarefa importante, como o término do jejum de Ramadã.
Traduzido, o takbeer exclama: "Alá é o Maior, Alá é o Maior. Não há divindade digna de adoração que não seja Alá e ele é o maior. Alá é o Maior e todo o louvor é devido a Ele". Recomenda-se que os homens falem alto o takbeer e as mulheres o façam em pensamento. Takbeer é um sinal de que as festividades de Eid Al-Fitr começaram. É uma frase de contentamento da fé e da consumação.
Eid al-Fitr
Fanoos
O Ramadã é considerado o mês do ano mais alegre, que termina com a maior celebração de todas: a quebra do jejum, Eid al-Fitr. Em todo o mundo, os muçulmanos celebram com luzes e decorações. No Egito, "fanoos" - lanternas feitas de lata e vidro colorido - decoram as ruas e as mesquitas. No passado, as crianças brincavam com as lanternas nas ruas. Hoje, os carros nas ruas tornaram essa prática perigosa, mas a tradição ainda é realizada nos lares e nas reuniões de Eid al-Fitr.
Durante a celebração, as pessoas se vestem com o que têm de mais fino, decoram suas casas com luzes, dão divertimento para as crianças e visitam os amigos e a família. Para muitas pessoas, um senso de generosidade, de gratidão e de boas maneiras é o principal tema do Eid al-Fitr e são muito importantes para o Ramadã. O mês sempre consistirá no auxílio dos muçulmanos na alimentação dos pobres e nas contribuições para suas mesquitas.
Quando os muçulmanos terminam o mês do jejum, partem com muitos benefícios que o Ramadã deixa para trás. De acordo com a tradição muçulmana, o Ramadã:
Os muçulmanos se curvam para orar
fortalece o vínculo da pessoa com Alá e educa a alma a observar as obrigações de devoção de acordo com os ensinamentos do Alcorão;
impõe paciência e determinação;
desenvolve o princípio da sinceridade, afastando o ser individual da arrogância e da vaidade;
desenvolve o bom caráter, em especial a honestidade e a confiança;
encoraja o indivíduo a deixar os maus hábitos e mudar suas circunstâncias para melhor;
intensifica a generosidade, a hospitalidade e o dom da caridade;
reforça os sentimentos de unidade e irmandade entre os muçulmanos;
suscita ordem e cumprimento rigoroso dos valores do período;
serve como uma oportunidade para as crianças executarem a obediência e praticarem leis islâmicas de adoração;
oferece a chance de equilibrar a atenção da pessoa tanto para as necessicidades físicas como para as espirituais.
Durante o mês do Ramadã, os muçulmanos conquistam mais do que uma purificação do corpo e da mente. Sentem que estão fazendo o trabalho de chegar mais perto de Alá por meio da oração e tornando-se pessoas mais misericordiosas por experimentar a fome e aprender sobre o sofrimento dos pobres. O jejum do Ramadã é a experiência principal na religião islâmica.
FONTE:http://pessoas.hsw.uol.com.br/ramada.htm
Muitas religiões encorajam alguns tipos de jejum para propósitos religiosos. Por exemplo, os católicos não comem carne na Quaresma e os judeus jejuam durante o feriado de Yom Kippur. Para os muçulmanos, o jejum é um componente muito importante do Islamismo. Os benefícios do jejum para o Ramadã são numerosos. O mais importante, no entanto, é a idéia de que, por meio do autocontrole do jejum, uma pessoa pode prestar atenção especial em sua natureza espiritual.
O Ramadã é um período importante para os muçulmanos, não somente porque ajuda a desenvolver um relacionamento mais próximo com Deus, mas também por ser um período para pensar nas pessoas menos favorecidas. Outro objetivo do jejum para o Ramadã é experimentar a fome em compaixão por aqueles que não têm comida. Essa é a forma pela qual muitos muçulmanos aprendem a gratidão e a valorização daquilo que possuem.
Neste artigo, aprenderemos o significado de Ramadã, a tradição do jejum, como o período de Ramadã é determinado, o Eid al-Fitr (festividade do fim do Ramadã) e os benefícios de guardar o feriado.
O que é o Ramadã?
O Ramadã é o nono mês do calendário islâmico . Pelo fato de o Islamismo usar um calendário lunar, o Ramadã começa e termina em diferentes períodos do ano. O calendário lunar é baseado na observação das fases da Lua, em que o início de cada mês é identificado com a visão de uma nova Lua. Este calendário tem cerca de 11 dias a menos que o calendário solar usado na maior parte do mundo ocidental. Para aprender mais sobre vários calendários do passado e do presente, veja Categoria calendário.
O início do Ramadã em cada ano é baseado na combinação das observações da Lua e em cálculos astronômicos. Nos Estados Unidos, muitos muçulmanos aderem à decisão da Sociedade Islâmica da América do Norte para o começo da festividade. O final do Ramadã é determinado de maneira semelhante.
O significado do Ramadã
Para os muçulmanos, o Ramadã é um mês de bênção que inclui oração, jejum e caridade. O significado do Ramadã retrocede a muitos séculos, a cerca de 610 d.C. Era nesse período, durante o nono mês do calendário lunar, que os muçulmanos acreditavam que Deus, ou Alá, revelara os primeiros versos do Alcorão, o livro sagrado do Islamismo.
De acordo com o Islamismo, um comerciante chamado Maomé estava andando em um deserto perto de Meca. Isso aconteceu onde atualmente localiza-se a Arábia Saudita. Certa noite, uma voz vinda do céu o chamou. Foi a voz do anjo Gabriel que falou que Maomé tinha sido escolhido para receber a palavra de Alá. Nos dias posteriores, Maomé começou a falar os versos que seriam transcritos, compondo o Alcorão.
Em muitas mesquitas, durante o Ramadã, os versos do Alcorão são recitados todas as noites. Os oradores são conhecidos como tarawih. No final do Ramadã, a escritura completa foi recitada. Ramadã é o período no qual os muçulmanos podem se interligar aos ensinamentos do Alcorão.
Como o Ramadã é celebrado?
Durante o Ramadã, os muçulmanos praticam o sawm, ou jejum. Claro que ninguém é obrigado a jejuar o mês inteiro. A prática do jejum durante o Ramadã significa que os muçulmanos não devem comer ou beber nada, incluindo água, enquanto o sol estiver brilhando. O jejum é um dos cinco pilares ou obrigações do Islamismo. Como na maioria das práticas religiosas no Islamismo, os muçulmanos participam do jejum desde os 12 anos.
Um dos aspectos mais importantes do jejum do Ramadã é chamado niyyah. Niyyah significa "intenção". Os muçulmamos não devem simples ou acidentalmente se abster da comida. Eles devem realizar a condição do niyyah. Para executar essa exigência, um muçulmano deve "propor em seu coração que o jejum significa uma adoração somente a Alá". Dessa forma, se alguma pessoa jejua por razões políticas ou de dieta, essa pessoa não realizaria o niyyah. De acordo com as escrituras, "quem não faz niyyad antes do amanhecer, não deveria ter jejuado". A determinação de jejuar é de igual importância ao jejum em si mesmo.
Em muitos lugares do mundo, os restaurantes muçulmanos fecham durante o dia no período do Ramadã. As famílias acordam cedo, antes do sol nascer, e comem uma refeição chamada sohour. Depois que o sol se põe, o jejum é quebrado com uma refeição chamada iftar. O iftar muitas vezes começa com a ingestão de tâmaras e bebidas doces para dar ao jejum muçulmano um rápido aumento da energia, além de ser deliciosa. Pode ser adicionado qualquer tipo de alimento, mas a sobremesa quase sempre inclui konafa ou qattayef. Konafa é um bolo feito de trigo, açúcar, mel, uvas secas e nozes. O qatayef é um bolo semelhante, mas é menor e dobrado para revestir as nozes e as uvas secas. Entre as duas refeições, o iftar do período da noite e o shour antes do amanhecer, os muçulmanos podem comer livremente.
O jejum é muito importante para os muçulmanos por uma série de razões. Primeiro, quando você não está prestando atenção a suas necessidades físicas como o alimento, poderá ser capaz de estar em maior harmonia com Deus e com seu lado espiritual. Além disso, o jejum serve para lembrar os muçulmanos do sofrimento do pobre. Essa idéia reafirma a importância da caridade durante o Ramadã.
Frases do Ramadã
Os muçulmanos usam muitas frases para parabenizar uns aos outros pelo término do jejum. Aqui vão algumas delas (em arábe):
Kullu am wa antum bi-khair - que você fique bem durante todo o ano.
Atyab at-tihani bi-munasabat hulul shahru Ramadan al-Mubarak - o cumprimento mais precioso na ocasião da chegada do Ramadã.
'Eid mubarak - uma abençoada Eid (festa).
O jejum propicia aos muçulmanos uma oportunidade para praticar o autocontrole e a limpeza do corpo e do espírito. Muitas culturas e religiões usam o jejum para esse propósito. Durante o Ramadã, o jejum ajuda os muçulmanos em sua devoção espiritual, bem como no desenvolvimento de um sentimento de irmandade com outros muçulmanos.
Conforme segue a história, o Ramadã é o mês em que Alá entrou em contato com o profeta Maomé e lhe deu os versos do livro sagrado, ou Alcorão. Dessa forma, orar durante o Ramadã é muito importante. Os muçulmanos praticam orações noturnas, seja no período do Ramadã ou não, mas o taraweeh, ou oração noturna do Ramadã, carrega um peso adicional.
De acordo com as escrituras, "aquele que observa a oração noturna no Ramadã como uma expressão de sua fé e para buscar a recompensa de Alá, terá seus pecados apagados". Desse modo, a oração noturna de Ramadã, depois de um dia de jejum, tem o propósito de erradicar os pecados cometidos anteriormente, sendo, então, um elemento importante para os rituais de Ramadã.
Ao final do Ramadã e antes da quebra do jejum, os muçulmanos dizem takbeer. O takbeer é uma frase que indica que não há nada no mundo que seja maior ou melhor do que Alá. O takbeer é sempre falado quando um muçulmano completa uma tarefa importante, como o término do jejum de Ramadã.
Traduzido, o takbeer exclama: "Alá é o Maior, Alá é o Maior. Não há divindade digna de adoração que não seja Alá e ele é o maior. Alá é o Maior e todo o louvor é devido a Ele". Recomenda-se que os homens falem alto o takbeer e as mulheres o façam em pensamento. Takbeer é um sinal de que as festividades de Eid Al-Fitr começaram. É uma frase de contentamento da fé e da consumação.
Eid al-Fitr
Fanoos
O Ramadã é considerado o mês do ano mais alegre, que termina com a maior celebração de todas: a quebra do jejum, Eid al-Fitr. Em todo o mundo, os muçulmanos celebram com luzes e decorações. No Egito, "fanoos" - lanternas feitas de lata e vidro colorido - decoram as ruas e as mesquitas. No passado, as crianças brincavam com as lanternas nas ruas. Hoje, os carros nas ruas tornaram essa prática perigosa, mas a tradição ainda é realizada nos lares e nas reuniões de Eid al-Fitr.
Durante a celebração, as pessoas se vestem com o que têm de mais fino, decoram suas casas com luzes, dão divertimento para as crianças e visitam os amigos e a família. Para muitas pessoas, um senso de generosidade, de gratidão e de boas maneiras é o principal tema do Eid al-Fitr e são muito importantes para o Ramadã. O mês sempre consistirá no auxílio dos muçulmanos na alimentação dos pobres e nas contribuições para suas mesquitas.
Quando os muçulmanos terminam o mês do jejum, partem com muitos benefícios que o Ramadã deixa para trás. De acordo com a tradição muçulmana, o Ramadã:
Os muçulmanos se curvam para orar
fortalece o vínculo da pessoa com Alá e educa a alma a observar as obrigações de devoção de acordo com os ensinamentos do Alcorão;
impõe paciência e determinação;
desenvolve o princípio da sinceridade, afastando o ser individual da arrogância e da vaidade;
desenvolve o bom caráter, em especial a honestidade e a confiança;
encoraja o indivíduo a deixar os maus hábitos e mudar suas circunstâncias para melhor;
intensifica a generosidade, a hospitalidade e o dom da caridade;
reforça os sentimentos de unidade e irmandade entre os muçulmanos;
suscita ordem e cumprimento rigoroso dos valores do período;
serve como uma oportunidade para as crianças executarem a obediência e praticarem leis islâmicas de adoração;
oferece a chance de equilibrar a atenção da pessoa tanto para as necessicidades físicas como para as espirituais.
Durante o mês do Ramadã, os muçulmanos conquistam mais do que uma purificação do corpo e da mente. Sentem que estão fazendo o trabalho de chegar mais perto de Alá por meio da oração e tornando-se pessoas mais misericordiosas por experimentar a fome e aprender sobre o sofrimento dos pobres. O jejum do Ramadã é a experiência principal na religião islâmica.
FONTE:http://pessoas.hsw.uol.com.br/ramada.htm
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Cuidados na Dança do Ventre
É muito comum depois de aulas de dança do ventre as alunas reclamarem de dores nas costas. Estas dores ocorrem geralmente por dois motivos:
O primeiro motivo é o sedentarismo, a falta de atividade física, com o início das aulas de dança a musculatura das costas, pernas, braços e abdômen, desacostumados exercícios tendem a sofrer um pouco, causando desconforto que passa à medida que a musculatura vai se tornando mais flexível e fortalecida.
O segundo motivo é má postura, quando a aluna executa os movimentos, sem se preocupar com a posição correta do seu corpo, que geralmente ocorre na ansiedade de dançar.
Ao iniciar a dança do ventre devem-se tomar alguns cuidados quanto à posição dos pés, quadril, joelhos e costas, como também darem muita atenção a respiração.
Os pés
A princípio os pés devem estar paralelos (com exceção de passos em que há exigência de sua movimentação de forma perpendicular), a distância entre eles deve ser a largura do quadril e totalmente apoiados no chão, com o passar do tempo, quando os movimentos já estiverem interiorizados, gravados na memória corpora, os pés poderão estar em meia ponta, para que os movimentos se tornem mais leves.
Os joelhos
Estes devem estar voltados para frente e relaxados, desta forma a patela (osso arredondado localizado na articulação do joelho) não é agredida, poupando a articulação do esforço e deixando a pelve mais “solta”.
O quadril
As brasileiras possuem um gingado natural em que o quadril é projetado para trás, na dança do ventre, como também na maioria dos esportes é imprescindível que ele esteja encaixado, ou seja, descer o cóccix (osso localizado no final da coluna vertebral) e levantar o púbis, (eminência triangular na parte inferior do abdome) os movimentos serão observados melhor.
Coluna vertebral
Imagine que você é uma marionete e um fio te puxa pelo alto da cabeça, desta forma, seu corpo será obrigado a ficar ereta, a coluna alinhada com a cabeça e os pés, ombro relaxados, queixo apontando a linha do horizonte, abdômen contraído, assim as articulações serão poupadas, evitando lesões futuras.
Respiração
Importante prestar atenção em sua respiração, que deve ser a mais completa possível, usando todas a capacidade do pulmão. É o que chamo de respiração baixa, ela deixa de ser feita somente na parte do tórax, e passa a ser feita também pelo abdômen. Esta respiração é natural nos recém-nascidos e na prática do yoga, consiste em inspirar relaxando o abdômen, assim ocorre a sensação deste se encher de ar como se fosse um bexiga, e soltar o ar contraindo o abdômen esvaziando-o. A melhor forma de exemplificar esta respiração é comparando-a a um fole que expande ao sugar o ar e reduz ao expelí-lo.
A dança do ventre deve ser praticada com muita calma e seriedade, para que se possa desfrutar o máximo de seus benefícios.
Parece ser muito difícil pensar em todas essas informações e ainda dançar, mas desta maneira o corpo entra em forma com prazer e alegria, sem precisar de “malhação”, pois com todos esses cuidados ocorre um aumento da capacidade aeróbica, fortalecimento e maior flexibilidade dos músculos, proporcionando um bem-estar geral. Além, destes benefícios físicos a dança do ventre, faz com que todas as mulheres resgatem sua feminilidade e delicadeza, reconhecendo e aceitando a si mesma, deixando de lado a cobrança de possuir um corpo parecido com o dos modelos que possuem corpos ditos “perfeitos”, sofrendo para mantê-los. Ao se aceitar a mulher percebe que o importante é possuir um corpo saudável, flexível, suave e dançante.
A beleza da mulher nasce da capacidade que ela possui de sentir e proporcionar prazer às pessoas que ama.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Dança com Taças
Dança com duas taças, com uma vela dentro de cada.
É geralmente dançada em casamentos, batizados, aniversários.
As taças com velas iluminam o corpo, os trajes da bailarina e também o ambiente. Por isso recomenda-se que este não seja muito claro, mas que esteja na penumbra.
Não se sabe ao certo sua origem, mas acredita-se que tenha surgido no ocidente.
Não existe um traje pré-determinado, e também não há um ritmo específico. Apenas sugere-se que seja dançada ao som de uma música mais lenta e clássica, que cause um certo ar misterioso.
Por ser uma dança mais lenta e delicada, pode-se realizar movimentos de chão, bem como abusar de movimentos de oitos, ondulações, redondos e cambrees.
Fonte:Central Dança do Ventre(www.centraldancadoventre.com)
É geralmente dançada em casamentos, batizados, aniversários.
As taças com velas iluminam o corpo, os trajes da bailarina e também o ambiente. Por isso recomenda-se que este não seja muito claro, mas que esteja na penumbra.
Não se sabe ao certo sua origem, mas acredita-se que tenha surgido no ocidente.
Não existe um traje pré-determinado, e também não há um ritmo específico. Apenas sugere-se que seja dançada ao som de uma música mais lenta e clássica, que cause um certo ar misterioso.
Por ser uma dança mais lenta e delicada, pode-se realizar movimentos de chão, bem como abusar de movimentos de oitos, ondulações, redondos e cambrees.
Fonte:Central Dança do Ventre(www.centraldancadoventre.com)
RAKS AL NASHAAR -Najlah
É uma dança folclórica que se originou no Golfo Pérsico (área da Península Arábica que envolve Bahrain, Emirados Árabes, Quatar, Arábia Saudita, Kwait, Oman).
É comum ainda hoje em muitos desses países, em festas familiares, cujas presenças são todas femininas, algumas mulheres se levantarem, vestirem suas túnicas e dançarem Khaleege.
O ritmo para esse tipo de dança é o Soudi. É dançada com um vestido (túnica) de tecido fino, todo bordado por cima da roupa normal ou da roupa de dança do ventre, no caso de uma apresentação. A túnica é chamada de Galabya.
A execução da dança traz uma simples marcação para os pés, que se mantém constante e presente todo o tempo. Além dessa marcação, há movimentos de cabeça (com destaque para os cabelos), de mãos, braços, e tronco. O quadril, ao contrário da dança do ventre, praticamente não se move.
Khaleege em árabe significa Golfo, e é uma dança também conhecida como Raks El Nacha´at.
Fonte:Central Dança do Ventre(www.dançadoventre.com)
É comum ainda hoje em muitos desses países, em festas familiares, cujas presenças são todas femininas, algumas mulheres se levantarem, vestirem suas túnicas e dançarem Khaleege.
O ritmo para esse tipo de dança é o Soudi. É dançada com um vestido (túnica) de tecido fino, todo bordado por cima da roupa normal ou da roupa de dança do ventre, no caso de uma apresentação. A túnica é chamada de Galabya.
A execução da dança traz uma simples marcação para os pés, que se mantém constante e presente todo o tempo. Além dessa marcação, há movimentos de cabeça (com destaque para os cabelos), de mãos, braços, e tronco. O quadril, ao contrário da dança do ventre, praticamente não se move.
Khaleege em árabe significa Golfo, e é uma dança também conhecida como Raks El Nacha´at.
Fonte:Central Dança do Ventre(www.dançadoventre.com)
Dança com Espada
Dizem que a dança da espada surgiu como uma forma simbólica de libertação das mulheres, que em diversos contextos históricos, foram subjulgadas pelos homens. Assim, elas começaram a dançar com estas armas de guerra, símbolos da violência e do poder com movimentos sinuosos, delicados e com equilíbrio, mostrando total controle do objeto. A lição de moral é muito bela e representativa: “Você controla a minha vida, mas não o meu espírito.”
Outra versão, indica que a dança é uma homenagem à deusa egípcia Neit, considerada protetora, caçadora, guerreira e que abria caminhos. Outras afirmam que as mulheres tomavam as espadas dos guerreiros e guardas no final da guerra e equilibravam no seu corpo para demonstrar que eram melhores como acessórios do que como armas.
Há também quem diga que elas dançavam assim como uma espécie de agradecimento ou celebração da vitória na guerra. Neste sentido, a dança reflete a luta dos árabes pela terra. Por fim, outra lenda conta que elas precisavam demonstrar habilidades para seus reis. Independente da origem, esta da dança demonstra habilidade, técnica de dissociação perfeita e total controle do corpo – ou como propõe a primeira lenda, do espírito- da bailarina.
Uma variação da Dança do Ventre, ou seja, uma modalidade, na qual a bailarina dança com uma espada, feita especialmente para isso.
É uma dança que exige equilíbrio, pois que há movimentos em que se equilibra a espada em partes do corpo, além de exigir força, já que a espada é um pouco pesada.
A bailarina pode equilibrar a espada na cabeça, na mão, na cintura, no busto, no abdômen, e na perna enquanto dança.
Mas não se pode esquecer também da graciosidade e do charme presentes nesta dança.
Além de equilibrar a espada, a bailarina também faz movimentos com a espada no ar e realiza outros movimentos característicos da dança do ventre como oitos, redondos, ondulações, shimis, entre outros.
Movimentos de chão podem ser feitos, tomando-se sempre o cuidado com a roupa, para não estragá-la, e para que não saia do lugar, mostrando a calcinha, por exemplo.
Esta dança não requer ritmos ou trajes específicos, mas devem-se evitar os ritmos folclóricos. Geralmente é dançada em um ritmo mais lento, podendo a música apresentar algumas partes rápidas.
A espada
A espada pode ser de diversos materiais e ter vários pesos. Em geral, são prateadas. As egípcias e argentinas são mais pesadas e possuem desenhos e ornamentos tanto no cabo quanto no metal. Aqui no Brasil, você encontra também as opções em inox, com menos detalhes e muito mais leves.
Fontes:Central Dança do Ventre(www.centraldancadoventre.com) e cadernos de dança(cadernosdedanca.wordpress.com)
Outra versão, indica que a dança é uma homenagem à deusa egípcia Neit, considerada protetora, caçadora, guerreira e que abria caminhos. Outras afirmam que as mulheres tomavam as espadas dos guerreiros e guardas no final da guerra e equilibravam no seu corpo para demonstrar que eram melhores como acessórios do que como armas.
Há também quem diga que elas dançavam assim como uma espécie de agradecimento ou celebração da vitória na guerra. Neste sentido, a dança reflete a luta dos árabes pela terra. Por fim, outra lenda conta que elas precisavam demonstrar habilidades para seus reis. Independente da origem, esta da dança demonstra habilidade, técnica de dissociação perfeita e total controle do corpo – ou como propõe a primeira lenda, do espírito- da bailarina.
Uma variação da Dança do Ventre, ou seja, uma modalidade, na qual a bailarina dança com uma espada, feita especialmente para isso.
É uma dança que exige equilíbrio, pois que há movimentos em que se equilibra a espada em partes do corpo, além de exigir força, já que a espada é um pouco pesada.
A bailarina pode equilibrar a espada na cabeça, na mão, na cintura, no busto, no abdômen, e na perna enquanto dança.
Mas não se pode esquecer também da graciosidade e do charme presentes nesta dança.
Além de equilibrar a espada, a bailarina também faz movimentos com a espada no ar e realiza outros movimentos característicos da dança do ventre como oitos, redondos, ondulações, shimis, entre outros.
Movimentos de chão podem ser feitos, tomando-se sempre o cuidado com a roupa, para não estragá-la, e para que não saia do lugar, mostrando a calcinha, por exemplo.
Esta dança não requer ritmos ou trajes específicos, mas devem-se evitar os ritmos folclóricos. Geralmente é dançada em um ritmo mais lento, podendo a música apresentar algumas partes rápidas.
A espada
A espada pode ser de diversos materiais e ter vários pesos. Em geral, são prateadas. As egípcias e argentinas são mais pesadas e possuem desenhos e ornamentos tanto no cabo quanto no metal. Aqui no Brasil, você encontra também as opções em inox, com menos detalhes e muito mais leves.
Fontes:Central Dança do Ventre(www.centraldancadoventre.com) e cadernos de dança(cadernosdedanca.wordpress.com)
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Raks Al Assaya - Dança do Bastão
A Dança do Bastão é a versão feminina de uma dança masculina chamada Tahtib.
É conhecida também como Raks Al Assaya. É uma dança folclórica, alegre, mais graciosa que a masculina.
É geralmente dançada ao som do ritmo Said, podendo também ser dançada com os ritmos Baladi e Maqsoum. Said é o nome de uma região ao norte do Egito, local de onde se originou tal dança.
Movimentos delicados onde as mulheres apenas manejam o bastão demonstrando suas habilidades com o objeto, usando-o também como uma “moldura” para mostrar o corpo durante a execução de seus movimentos.
As mulheres demonstram toda sua habilidade girando o bastão de várias formas sempre com muito charme e delicadeza. Ao dançar, a bailarina demonstra destreza, equilíbrio e sensualidade, e sua expressão deve ser de alegria.
A vestimenta cobre o ventre, como um vestido, que pode ser de vários modelos, com abertura lateral, ou não, justo ou mais folgado, entre outros. Acessórios como xales, cintos, enfeites de cabeça, brincos de medalhas são bem-vindos.
A curva da bengala deve estar geralmente pra baixo durante a dança. Mas também cabe lembrar que há bengalas sem essa curva, que se assemelham mais a um bastão. Qualquer um desses modelos é apropriado para dançar.
Assista a uma improvisação da Dança do bastão realizada pela bailarina Najlah El Fareeda.
Fonte:Central Dança do Ventre acesse:www.centraldancadoventre.com
É conhecida também como Raks Al Assaya. É uma dança folclórica, alegre, mais graciosa que a masculina.
É geralmente dançada ao som do ritmo Said, podendo também ser dançada com os ritmos Baladi e Maqsoum. Said é o nome de uma região ao norte do Egito, local de onde se originou tal dança.
Movimentos delicados onde as mulheres apenas manejam o bastão demonstrando suas habilidades com o objeto, usando-o também como uma “moldura” para mostrar o corpo durante a execução de seus movimentos.
As mulheres demonstram toda sua habilidade girando o bastão de várias formas sempre com muito charme e delicadeza. Ao dançar, a bailarina demonstra destreza, equilíbrio e sensualidade, e sua expressão deve ser de alegria.
A vestimenta cobre o ventre, como um vestido, que pode ser de vários modelos, com abertura lateral, ou não, justo ou mais folgado, entre outros. Acessórios como xales, cintos, enfeites de cabeça, brincos de medalhas são bem-vindos.
A curva da bengala deve estar geralmente pra baixo durante a dança. Mas também cabe lembrar que há bengalas sem essa curva, que se assemelham mais a um bastão. Qualquer um desses modelos é apropriado para dançar.
Assista a uma improvisação da Dança do bastão realizada pela bailarina Najlah El Fareeda.
Fonte:Central Dança do Ventre acesse:www.centraldancadoventre.com
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Dia 20 de julho:Dia do Amigo.
Houve tempos em que precisei chorar, e você me consolou.
Houve tempos em que sorri, e você sorriu comigo. Houve tempos em que briguei, questionei e você me apoiou.
Houve tempos em que sonhei, lutei, acreditei e vivi intensamente muitas emoções.
E você, com sua amizade verdadeira esteve ao meu lado, enfrentando todos os obstáculos, acreditando em mim e em meus ideais.
Houve tempos em que me senti sozinho, mas como um presente maravilhoso de Deus você apareceu em minha vida com seu jeito especial e sua amizade verdadeira.
E hoje não mais estou só, porque tenho você!
FELIZ DIA DO AMIGO!!!
E aqui meus eternos amigos e amigas...
Houve tempos em que sorri, e você sorriu comigo. Houve tempos em que briguei, questionei e você me apoiou.
Houve tempos em que sonhei, lutei, acreditei e vivi intensamente muitas emoções.
E você, com sua amizade verdadeira esteve ao meu lado, enfrentando todos os obstáculos, acreditando em mim e em meus ideais.
Houve tempos em que me senti sozinho, mas como um presente maravilhoso de Deus você apareceu em minha vida com seu jeito especial e sua amizade verdadeira.
E hoje não mais estou só, porque tenho você!
FELIZ DIA DO AMIGO!!!
E aqui meus eternos amigos e amigas...
quarta-feira, 13 de julho de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
Instituto do Câncer de Mama vamos ajudar? Basta clicar!
....amigos, em meio a tanta 'bandalheira' neste mundo virtual, graças a Deus existem também assuntos sérios e de UTILIDADE PÚBLICA que precisam de nossa atenção e respeito.
Este é um deles:
O Instituto do Câncer de Mama está com uma importante campanha.
Cabe a nós atendermos sua solicitação e ampará-lo, pois se depender do Governo (Federal/Estadual/Municipal) será seu fim!!!
Vamos salvar o site do câncer de mama?
Não custa nada.
O Site do câncer de mama está com problemas, pois não tem o número de acessos e cliques necessários para alcançar a cota que lhes permite oferecer UMA mamografia gratuita diariamente a mulheres de baixa renda. Demora menos de um segundo, ir ao site e clicar na tecla cor-de-rosa que diz 'Campanha da Mamografia Digital Gratuita'.
Não custa nada e é por meio do número diário de pessoas que clicam que os patrocinadores oferecem a mamografia em troca de publicidade.
Repassem a pelo menos 10 amigos para que eles repassem a mais 10 ou mais amigos, ainda hoje!
E assim estaremos ajudando a salvar este site tão importante.
Este gesto fará uma enorme diferença.
http://cancerdemama.com.br
segunda-feira, 11 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Aulas de Dança do Ventre em Vinhedo
Venha conhecer esta arte milenar...
Faça como muitas mulheres que já praticam esta arte.
Venha vivenciar essa magia,resgatar sua auto-estima,florescer sua feminilidade.Nosso objetivo é proporcionar bem estar físico e mental as nossas alunas e amigas.
Venha fazer uma aula experimental e apaixone-se por esta arte também!!!!
Informações:38760518 ou 11-83008873 TIM
Não perca mais tempo!
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Está provado: quem dança é mais feliz!
A prática da dança libera em nosso corpo uma substância chamada endorfina, causando sensação de alegria e prazer. A endorfina tem ainda uma potente ação analgésica e, ao ser liberada, estimula a sensação de bem estar, conforto, melhor estado de humor; todos esses sintomas são sinônimos de saúde.
A dança é muito procurada também como forma de atividade física, sem restrição de idade. E sua prática, com o tempo, traz benefícios que vão muito além: a dança é também uma espécie de terapia.
A dança é muito procurada também como forma de atividade física, sem restrição de idade. E sua prática, com o tempo, traz benefícios que vão muito além: a dança é também uma espécie de terapia.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Aulas de Dança do Ventre em Vinhedo
Aulas Individualizadas de Dança do Ventre em Vinhedo
-Aulas 1 x por semana com a duração de 1:00h.
-Disponibilizo um espaço decorado para aulas de Dança do Ventre mas se preferir vamos até a sua residência.
Local: Al. Biguá 252
Faça uma aula grátis e descubra o que a dança pode fazer por você! Ligue e agende o melhor horário !
38760518-Prof. Najlah
Venha dançar e descubra o que a Dança do Ventre pode proporcionar: técnica apurada, auto-estima, equilíbrio, diversão, condicionamento físico e saúde.
As aulas de dança do ventre têm o intuito de trazer para a mulher bem estar. É uma espécie de ginástica aeróbica de baixo impacto, excelente para manter a forma física de pessoas de todas as idades e condicionamento físico diferenciado. Permite maior aproximação entre as pessoas, estimulando o contato social e as amizades. Auxilia no desenvolvimento psicomotor, melhorando o processo respiratório, a postura, o equilíbrio, a agilidade de reflexos e a coordenação motora. Contribui, também, para o auto-conhecimento e a desinibição, estimulando a criatividade e a auto-expressão. Trata-se de um lazer saudável, que faz bem ao corpo e à mente.
-Aulas com conteúdo e metodologia personalizada,voltadas para os objetivos específicos da aluna contratante,com atendimento exclusivo.
-Horários agendados de acordo com a disponibilidade da aluna/prof.
Faça uma aula experimental, tenho certeza de que irá gostar!!!
Chame suas amigas e agende uma aula experimental grátis!
Contato:(19)38760518 / TIM(11)83008873
-Aulas 1 x por semana com a duração de 1:00h.
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Local: Al. Biguá 252
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38760518-Prof. Najlah
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As aulas de dança do ventre têm o intuito de trazer para a mulher bem estar. É uma espécie de ginástica aeróbica de baixo impacto, excelente para manter a forma física de pessoas de todas as idades e condicionamento físico diferenciado. Permite maior aproximação entre as pessoas, estimulando o contato social e as amizades. Auxilia no desenvolvimento psicomotor, melhorando o processo respiratório, a postura, o equilíbrio, a agilidade de reflexos e a coordenação motora. Contribui, também, para o auto-conhecimento e a desinibição, estimulando a criatividade e a auto-expressão. Trata-se de um lazer saudável, que faz bem ao corpo e à mente.
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segunda-feira, 13 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
Confira como foi o Espetáculo Tabladus em Dança!
O evento foi realizado no Teatro Municipal Sylvia Alencar Matheus em Vinhedo dia 11 de junho de 2011.
Com a apresentacão de várias modalidades de dança.
Professores e alunos deram um show de dança!!!
Prof. Najlah (Dança do Ventre)
JAZZ
EM BREVE MAIS FOTOS! AGUARDEM!
Tabladus Escola de Danças.
Aulas de Dança para todas as idades.
Informações:(19)38860518
Horário de funcionamento:de seg. á sex. das 15:00 ás 22:00 e aos sáb. das 08:30 ás 13:00hs
Dance e seje mais feliz!
sexta-feira, 10 de junho de 2011
A Dança do Ventre
Dança do ventre apesar de todos os preconceitos existentes não é uma dança vulgar,muito menos promíscua,pelo contrário é uma dança alegre,descontraida que exige postura e muita dedicação,e possue sim uma pitada de sensualidade pelo fato de ser uma dança praticada por mulheres.Sem dúvida uma verdadeira arte...
Você ja à praticou?Conheça.... eh maravilhosa!!!!
Venha fazer uma aula experimental grátis aqui na Tabladus.
Fone:(19)38865808 ou 78126980.
Venha dançar e ser mais feliz!
quarta-feira, 1 de junho de 2011
IV Tabladus em Dança
Dia 11 de junho ás 19:30 no teatro Municipal de Vinhedo acontece o IV Tabladus em Dança.
Apresentação de coreografias de diferentes modalidades.
Não percam este grande espetáculo!
Venda de ingressos antecipados na Escola Tabladus Av.Benedito Storani,134-Centro-Fone:(19)3886-5808
Apresentação de coreografias de diferentes modalidades.
Não percam este grande espetáculo!
Venda de ingressos antecipados na Escola Tabladus Av.Benedito Storani,134-Centro-Fone:(19)3886-5808
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